quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Diplomação de Nandão, Reinaldo e dos vereadores eleitos será 6.ª Feira, dia 14, às 14h, na Câmara

Já a posse e transferência de cargos ocorrem dia 1.º de janeiro, bem como a eleição da presidência da Câmara  
Prefeito Nandão (PP) e vice Reinaldo (PSDB)
(Serginho Roncolato/Jornal da Região )  Segundo determinação da  juíza do Fórum de Palestina, Gislaine de Brito Faleiros Vendramini, a diplomação de Fernando Luiz Semedo Nandão, prefeito, de seu vice Reinaldo Cunha e dos nove vereadores eleitos no pleito de outubro de 2012, será na Câmara Municipal nesta sexta-feira dia 14, às 14h.
 A Justiça Eleitoral do Estado de São Paulo, Juízo da 231.ª Zona Eleitoral de Palestina, encaminhou aos presidentes de partidos eleitorais da cidade, o referido comunicado, acentuando ainda que "a diplomação é o ato formal que encerra o processo eleitoral e habilita o eleito a tomar posse no seu respectivo cargo, sendo realizada em uma Solenidade da Justiça Eleitoral que, nesse dia, ocorrerá na Câmara Municipal local".

CERIMÔNIA DE POSSE 

Já a cerimônia de posse, que é uma solenidade completamente distinta da diplomação, ocorre dia 1.º de janeiro, na Câmara Municipal, com horário marcado com antecedência. De lá, prefeitos e vice-prefeitos eleitos seguem para a prefeitura, onde ocorre a transferência do cargo, geralmente com a participação do prefeito que deixa o cargo, e que, na maioria das vezes, costuma não comparecer quando a transferência de cargo é feita dele para um candidato de linha de oposição partidária. E não há nenhuma obrigatoriedade prevista para que o prefeito que deixa o cargo compareça à solenidade.

Alguns novos gestores mais ansiosos já começaram a arquitetar como será o dia e pretendem fazer da posse uma grande festa, enquanto que outros já não estão querendo muita pompa na posse, devendo restringir às solenidades formais, alegando ‘contenção de recursos’. O mais comum nestas cerimônias são missas ou cultos de ações de graças.


DIPLOMAÇÃO E POSSE DE ACORDO COM
 O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (TSE)


Após a proclamação dos resultados oficiais de uma eleição, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) inicia o processo de diplomação e posse do candidato vencedor do pleito. 

Antes de efetivamente assumir determinado posto, o candidato vencedor deve ser diplomado. O termo designa uma cerimônia formal em que são distribuídos diplomas não apenas ao eleito, mas também aos vices e eventuais suplentes.

Depois da diplomação, o candidato eleito torna-se apto para tomar posse do cargo para o qual foi democraticamente escolhido. Historicamente considerado um ato de responsabilidade do Poder Legislativo, a posse de presidentes, governadores e prefeitos se dá no Congresso Nacional, na Assembleia e na Câmera Municipal. Com a diplomação, encerra-se também o período para que sejam ajuizadas ações contra o candidato no âmbito da Justiça Eleitoral.

Os membros do Poder Executivo assumem seus cargos no 1º dia útil do ano seguinte àquele em que foram eleitos. Já os membros do Poder Legislativo (especificamente senadores, deputados federais e estaduais) são empossados apenas no dia 2 de fevereiro, inicio de trabalho nas Casas no País. Vereadores assumem dia 1.º de janeiro, para a realização formal da eleição da Mesa Diretora.

Desde 2002, o período de diplomação e posse sucede a chamada fase de transição entre governos, quando há uma troca de informações a respeito de determinado cargo ou pasta a ser assumido pelo candidato eleito. A lei número 10.609 estabelece as regras para que haja uma alternância de poder democrática e transparente, com o respeito republicano às instituições.

As cerimônias de posse obedecem a um detalhado protocolo com diretrizes tanto para o número de convidados como para os simbolismos do momento, sobretudo no caso da posse do presidente. A data de posse, o dia 1 de janeiro, foi estabelecida pela Constituição de 1988.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Nicanor e Nandão disputam 'força política' na eleição da presidência da Câmara em janeiro

NICANOR COM APENAS 4 VEREADORES CONSEGUIU ELEGER O ÚLTIMO PRESIDENTE, SUPERANDO A MAIORIA DOS 5 DO  GRUPO DA OPOSIÇÃO 


(Artigo de Serginho Roncolato, 11/12/12/ Atualizado em 14/12/2012)

Nandão ajuda grupo minoritário para não perder a presidência

Partindo do pressuposto de que realmente o grupo de cinco vereadores que formava em 2011 a oposição ao prefeito Nicanor no Legislativo, não elegeu seu candidato Sandro Carrero (PMDB) a presidente, enquanto Ceciliano Caldas (PR), que com um membro a menos no grupo não poderia, teoricamente, superar o prognóstico de cinco votos em favor do adversário, pode-se afirmar que realmente ocorreu de última hora a debandada de pelo menos um agregado de Sandro para o lado oposto, o que acabou tirando dele a eleição da presidência do Legislativo pelo mesmo placar que deveria lhe dar a vitória de 5 votos a 4, se a fidelidade partidária ou a ideologia oposicionista prevalecessem.

Concernente ao fato, a constatação da existência de conchavos é óbvia e incontestável. Seria um paradoxo negar as iminentes evidências da deslealdade político-partidária (anônima) contra Sandro Carrero, que apesar de repudiar, contestar e denunciar salientes suspeitas de negociações de bastidores para a inversão do pleito, não conseguiu alterar em nada o quadro desencadeado, que teve, em ato contínuo, sua formalização registrada em ata e assinada por todos.

UM LEQUE DE POSSIBILIDADES
O descumprimento por parte de pelo menos um indivíduo do grupo oposicionista, daquilo que estava legalmente propositado a favor de Sandro, discutida e apontada internamente por consenso, como a candidatura oficial contra a ala do prefeito, fez com que ele desencadeasse uma apuração mais detalhada da impostura do ‘traidor anônimo’, abrindo um leque ilimitado da possibilidade não só da infidelidade de um companheiro, mas da incontingência estarrecedora de uma conspiração quase generalizada de troca-troca de votos entre alguns vereadores mais suscetíveis de se prestarem a colocar, sobretudo, e em detrimento dos interesses coletivos e ideológicos, suas mesquinhas e desprezíveis causas próprias.    

Por certo tempo uma pergunta sem resposta pairou no ar ante ao inconformismo de Sandro Carrero pelo registro daquele desastroso episódio de sua derrota (inclusive  moral): Como não conseguiu se eleger para o biênio 2011-2012, se a ‘coesa base corporativista da oposição’, na época, foi a mesma que predisposta e  conscientemente elegeu em janeiro de 2009 a companheira Cleonice Baiana para o primeiro biênio da Câmara pelos mesmos 5 votos contra 4 do vereador Murilo Vilharva Robler da Silva (PTB), claro, do grupo minoritário de quatro vereadores da base de sustentação política do prefeito Nicanor?

O INÍCIO DAS ONDAS ESPECULATIVAS

Os nove vereadores da atual Câmara 
Municipal encerram o mandato dia 31

Rumores de supostos acordos entre prefeito e vereadores e troca de benefícios ou favores, o que é um ilícito penal (ato criminoso previsto por lei). Como provar? E como apurar, já que obscuras evidências se esbarram na ‘cortina de fumaça’ da cabine eleitoral da Câmara, pela prerrogativa do voto secreto para os quatro cargos da mesa diretora, garantindo ao delituoso a impunidade pela traição no ato da ruptura da fidelidade partidária ou aliança de grupos?

A SUBDIVISÃO DE GRUPOS VIRTUAIS
Ondas especulativas ganharam corpo na contenda, e a cada dia ventilavam-se as mais variadas e contundentes versões ao caso, seguidas até de graves rumores. E tudo o que foi explorado a respeito do resultado da polêmica eleição de Ceciliano, vinha acompanhado de sérios e certos fundamentos.

Essas diversificadas, e algumas até abstratas versões sobre possíveis ‘manobras’ nos bastidores do controvertido pleito de 2011, no Legislativo local, envolvendo prefeito e um ou mais vereadores, possibilitaram, no entanto, deduções lógicas que comprovaram: Os dois conjuntos partidários da Câmara (situação e oposição/ eleitos pelo povo), na verdade, estavam disfarçadamente subdivididos em pelo menos mais três grupos, sendo dois perceptíveis, porém, muito carentes de uma análise mais atenta, pois eram antagônicos entre si, mas com relacionamento interpartidário e grupal estável até demais, como que por trás daquilo houvesse um segredo oculto, não visível a olho nu, que poderia ser, talvez, a raiz ou o fruto do tal ‘pacto da traição’ denunciado por Sandro Carrero na época.

Já o outro subgrupo era totalmente inteligível e de tamanha dificuldade de definição que chegava a ser uma organização ‘virtual’. Este conjunto sempre foi o núcleo de tudo, embora Imperceptível aos olhos, mas não ao intelecto. Apesar disso, continuava velado, mesmo contendo detalhes tão elementares, que quase passou despercebido pelo modo com que eram realizadas as tarefas conjuntas da dissimulação de suas ligações pessoais, ou seja, do relacionamento altamente discreto dos elementos de um grupo, para com os do outro, ambos, originais das urnas das eleições de 2008.  

OS GRUPOS REAIS, O VIRTUAL E OS E SUBGRUPOS

Formação dos 2 Grupos reais e do Grupo Virtual,
na foto abaixo a complementação dos Subgrupos
Estabeleci como parâmetro no gráfico maior anexo, uma aplicação mais prática e de fácil entendimento para se chegar à comprovação ou não da tese existencial dos grupos e subgrupos políticos e funcionais, levantada  pelos questionamentos de Sandro Carrero em 2011, razão pela qual, às vésperas de outro pleito presidencial no legislativo, me deu inspiração para redigir este artigo. As agremiações partidárias estão representadas por retrancas, e em três diferentes cores: Preta, vermelha e amarela.

O retângulo ‘Preto’ (ao centro em linha horizontal) simboliza a formação da chamada base situacionista do prefeito. Nela, vemos os vereadores Valdemar Empreiteiro, Gordo e Dr. Murilo, que somados a Ceciliano (à esquerda no alto), formam o ‘Grupo 1’- (Situação), e, portanto, um dos grupos reais, eleitos pelo povo.

O retângulo ‘Azul’ (linha horizontal na parte de baixo), mostra o ‘Grupo 2’- (Oposição), também real e eleitos nas urnas do pleito de 2008, composto pela ex-presidente da Câmara, Cleonice Baiana, e ainda os vereadores Gilberto Buzina, Dodô e Dora. Sandro Carrero (no alto à direita), evidentemente é o quinto elemento da facção oposicionista.

De forma estratégica e muito planejada, o ‘Quadrado Vermelho’ foi tecnicamente colocado na divisa dos dois grupos reais, porque é o mais enigmático dos conjuntos. Ele é, na verdade o grande ‘Subgrupo 1’, porque a partir dele, é que pode se chegar a uma síntese de todos os acontecimentos. Nesse compêndio, podemos, sem sombra de dúvidas, denominar o ‘Subgrupo 1’ de ‘O Grupo Virtual’. Ele está enquadrado no gráfico, e é constituído por dois vereadores da situação e dois da oposição: Gordo e Dr. Murilo (ala do prefeito Nicanor), e Dodô e Dora Viçoso, da linhagem contrária.

Irrefutavelmente, os protagonistas da circunstância fortuita dos votos encobertados (plural) que elegeram Ceciliano em 2011, fazem parte do Grupo (Vermelho) Virtual, e certamente agiram com três estratégias diferentes: 1) A do interesse próprio (que envolve dois vereadores); 2) A tese da livre escolha ou do voto pela preferência pessoal, e 3) A do alarde de um blefe.

SUBGRUPO 2 – A FORMAÇÃO DA MESA DIRETORA


Também com votos secretos, a Mesa Diretora deve ter os outros três cargos complementados imediatamente após a eleição do cargo da presidência. A constituição dos membros eleitos em 2011, e que passaram a formar a mesa com Ceciliano, foi a primeira incógnita que chamou a atenção de Sandro Carrero. Isso porque os cargos obrigatórios foram preenchidos com três vereadores de seu grupo: Doralice Viçoso, a Dora do PP (vice-presidente);Cleonice Alves Gomes, a Baiana- PP (1.º secretária) e Clodoaldo Pimentel Junior, o Dodô- PP (2.º secretário).

Realmente é de se estranhar a ausência de vereadores do grupo do prefeito em todos os cargos coadjuvantes da mesa, pois geralmente os vereadores de uma ala política não se misturam à facção contrária no desempenho desses cargos porque de certa forma os componentes da diretoria legislativa devem ter um bom relacionamento interpessoal com o presidente, e ser de absoluta confiança, pois dividem funções que impõem certa cumplicidade.

E para ocupar os cargos secundários os vereadores devem se apresentar como candidatos a eles, Nenhum membro do grupo de Ceciliano mostrou interesse, e as candidaturas dos três eleitos foram espontâneas e sem concorrentes para cada uma das funções. Sandro Carrero ficou indignado com a disponibilidade de seus companheiros no apoio de base que passaram a dar ao adversário, pois nem mesmo seus aliados quiseram cargos que não fossem o de presidente.

A INCOERÊNCIA DA DISTRIBUIÇÃO DOS VOTOS
E relembrou que no primeiro biênio da administração do prefeito Nicanor (2009 a 2010), seu grupo, o mesmo que não o elegeu, foi predominante na mesa diretora sem a participação de nenhum vereador do lado oposto. E foi formada por Cleonice Alves Gomes, a Baiana do PP (presidente); Gilberto Beraldo Manheze, o Buzina do PMDB (vice-presidente); Clodoaldo Pimentel Junior, o Dodô do PP (1º Secretário) e Sandro ‘Carrero ‘ Renato Bernardes do PMDB (2º Secretário).

Outra coisa intrigante, ainda segundo Carrero, foi a diferenciação dos votos obtidos pelos quatro integrantes, que demonstra um disparate sem precedência. Em entrevista ao Jornal da Região em 2010, Sandro apresentou a seguinte observação:

“Os números de votos recebidos pelos membros do meu grupo não batem com o resultado de cinco votos alcançados por Ceciliano. Dora recebeu três votos para o cargo da vice-presidência, menos da metade de Baiana que quase foi unanimidade com oito votos ao cargo de primeira secretaria, e Dodô, para a segunda secretaria somou quatro votos. Não tem nem como comentar essa incoerência”, analisou.

BLEFE, DEMOCRACIA E VULNERABILIDADE
O vereador Wilson José Gonçalves, o Gordo (PR), deu início ao embaraçamento de todo o processo da apuração moral do resultado final do pleito, por praticar desde o início a dissimulação (blefe ou tapeação), na anunciação de que não votaria em Ceciliano, mesmo sendo ele um membro de sua agremiação.

Formou-se aí uma confusão generalizada, pois analisando de todos os ângulos a celeuma do placar de 5 a 4 contra Sandro, e levando em conta que Gordo não pertence à ala dele, na verdade este voto não foi computado para a oposição, pelo contrário, ficou no próprio grupo,  senão, seria Ceciliano o derrotado por 5 a 4, mesmo com o apoio do prefeito trabalhando nos bastidores.

O voto cruzado da ala do prefeito para a oposição, mais tarde foi ventilado que realmente ocorrera e não era de Wilson (Gordo), mas do vereador (e advogado), Murilo Vilharva Robler da Silva (PTB), que teria razões não explicadas publicamente, de poder votar democraticamente em  Sandro, se quisesse assim fazer, como forma de reconhecimento por algo que ele teria feito em seu favor no início do mandato.

Esta versão se fixou, e deixou subentendido que realmente o voto do Dr. Murilo teria mesmo vazado de uma fronteira para a outra, o que ajudou a inocentar Gordo, pela inconsequência de seu blefe, e a facilitar a dedução de que realmente dois votos que seriam, por direito, de Sandro, bateram em revoada para o ninho da situação. Aí só faltava descobrir quem eram os donos deles e as suas razões.

Para o ‘Grupo dos 4’ decididamente garantir dois votos necessários e procedentes da oposição, ocorreu, segundo Sandro Carrero, um arriscado e silencioso trabalho em busca de partes vulneráveis e passíveis para transações negociáveis dos votos em troca da vitória do grupo do prefeito.E pelo visto, conseguiram.

Para não serem deselegantes, todos os vereadores que encerram o mandato junto com Nicanor no próximo dia 31, sabem, embora não declarem à imprensa, que os traidores de Sandro Carrero pertenciam (ou ainda pertencem) a todos os grupos e subgrupos existentes na Câmara:

1) Da Oposição, 2) Dos vereadores servidores municipais, 3) da Mesa Diretora, 4) Dos não reeleitos, 5) Do Virtual, e  por que não dizer também que do Grupo 6, o grupo do prefeito, já que votar contra sua facção partidária ou aliança política, é o mesmo que mudar de lado, o que é um fato incontestável diante do lastimável, polêmico e histórico episódio em questão.

DADOS COMPLEMENTARES:
1) - Com exceção de Ceciliano Caldas (presidente) os demais vereadores que formam a Mesa Diretora deste último biênio não foram reeleitos: Dora (vice), Baiana (primeira secretária) e Dodô (segundo secretário);

 2) Dos atuais nove vereadores, quatro são servidores públicos municipais: Buzina, Gordo, Dodô e Dora.


Destaque ao centro os três membros da Mesa Diretora, 
todos do PP-11: Vereadores Dodô, Dora e Baiana, entre 
o ganhador Ceciliano (da esquerda) e Sandro (à direita)

'Avenida Brasil' é o assunto mais popular de 2012 no Facebook


A rede social divulgou as principais atividades brasileiras do ano: assuntos mais comentados, músicas mais ouvidas e lugares com mais check-ins

REDAÇÃO ÉPOCA
Carminha, Adriana Esteves (Foto: divulgação)
O Facebook divulgou nesta terça-feira (11) as atividades mais frequentes dos usuários brasileiros na rede social. Foram divididas em três categorias: os assuntos mais populares, as músicas mais ouvidas (de acordo com os aplicativos Rdio e Sonora) e os lugares onde as pessoas mais fizeram check-ins.
Entre os assuntos mais comentados, a novela "Avenida Brasil", da Rede Globo, aparece em primeiro lugar. Em seguida, vem o Corinthians, que ganhou a Libertadores pela primeira vez neste ano, o carnaval e as eleições. Na lista dos dez mais, há 4 pessoas: Hebe Camargo, Arthur Zanetti, Lionel Messi e Anderson Silva.
A cantora britânica Adele lidera a relação das músicas mais ouvidas do ano, com o hit "Rolling in the deep". Aparece ainda em terceiro, quarto, sexto e décimo lugares, com as canções "Set fire to the rain", "Someone like you", "Rumor has it" e "Don't you remember", respectivamente. Entre as 10 primeiras, há apenas uma brasileira: "Você de mim não sai", de Luan Santana.
Cinco dos dez locais onde mais são realizados check-ins ficam em São Paulo: Parque do Ibirapuera (em primeiro lugar), Mercado Municipal de São Paulo, Estádio do Pacaembu, Morumbi Shopping e Parque Villa-Lobos. Entra na lista ainda o Rio de Janeiro, com as praias de Ipanema, Copacabana e Leblon; Fortaleza, com o Shopping Iguatemi; e Recife, com o Shopping Recife.
Facebook: Assuntos mais populares de 2012 (Foto: Divulgação/Facebook)

Facebook: Músicas mais ouvidas de 2012 (Foto: Divulgação/Facebook)
Facebook: Lugares onde mais foram feitos check-ins (Foto: Divulgação/Facebook)

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Arquivo Midial: Sandro perde presidência da Câmara para Ceciliano, com clima de traição no grupo (Dez/2010)

Estamos terminando de conferir dados históricos e informações minuciosas para postar a polêmica matéria intitulada: ‘Nicanor ou Nandão? Eleição da presidência da Câmara para 2013 será decisiva para saber quem tem mais poder de influência.'

Ceciliano Caldas (do Grupo de 4 vereadores) venceu Sandro
 (do Grupo dos 5 vereadores da oposição) de denunciou 'traição'
E é preciso que o leitor primeiramente relembre todos os detalhes desta matéria em que Sandro denuncia traição dentro de seu próprio grupo, publicada pelo jornal da Região na primeira quinzena de dezembro de 2010, noticiando a vitória de Ceciliano por 5X4, ocorrida em 13 de dezembro de 2010, e a revolta do candidato perdedor.

IMPORTANTE: No alto do lado direito da capa de nosso blog 

http://classificadospalestina.blogspot.com.br/  tem a Enquete para o povo mostrar sua preferência. Dos 9 vereadores eleitos, qual receberia o seu voto para presidente da Câmara? O sistema de enquete é um dispositivo Google que garante sigilo absoluto, para que ninguém  tenha seu voto reconhecido e também não permite que a pessoa vote mais que uma única vez. Solicitamos a sua participação. Depois clique no link e vote lá.
A enquete começou ontem (domingo 9 de dezembro) e vai até o dia 31 ao meio-dia. Obrigado. Agora leia para entender depois a segunda matéria sobre a eleição da presidência da Câmara para 2013-2014:



ARQUIVO DO JORNAL DA REGIÃ0/2010:

Sandro perde presidência da Câmara para Ceciliano, com clima de traição no grupo (dezembro de 2010)


Cinco a quatro. A mesma votação que deu a vitória para a oposicionista Cleonice “Baiana” Alves Gomes (PP), na disputa da presidência da Câmara, em janeiro de 2009, conduziu desta vez  Ceciliano Francisco Caldas (PR), líder da bancada do prefeito Nicanor Nogueira Branco (PTB), à presidência do Legislativo para o próximo biênio. O candidato contrário, Sandro “Carrero” Renato Bernardes (PMDB), do grupo oposicionista, que é formado por um vereador a mais que o da situação, sentiu o gosto da derrota e o “cheiro” de traição no ar, no resultado da eleição ocorrida segunda-feira (13/12), às 20h, com a presença de um público diminuto e um clima tenso em função da possibilidade da traição. A nova Mesa Diretora comandará o Poder Legislativo até 31 de dezembro de 2012, ano de nova eleição municipal.
A indignação dos componentes da oposição, grupo formado com um vereador a mais que os situacionistas, é que, teoricamente, não havia como encarar um revés num acontecimento, considerado por eles, de fundamental importância como o de deter o poder no comando do parlamentarismo local. E os números de votos recebidos pelos candidatos aos demais cargos da diretoria da Câmara, não batem com o resultado de cinco votos alcançados por Ceciliano.
Doralice Viçoso da Silva (PP), que também é funcionária pública municipal no setor da Saúde, recebeu três votos para o cargo da vice-presidência. Menos da metade de Baiana (mesmo partido), que com oito votos quase foi unanimidade para ocupar a primeira secretaria. A segunda secretaria também ficou com o PP.
Clodoaldo “Dodô” Pimentel Júnior, recebeu quatro votos. Os três vereadores do Partido Progressista, eleitos para todos os cargos da mesa, com exceção da presidência, mais Gilberto”Buzina” Manheze (PMDB) e o próprio candidato derrotado à presidência, Sandro Carrero, formam justamente a maioria na Câmara, e só não elegeu o novo presidente, segundo a opinião geral na Câmara dia 13, porque um dos componentes passou o voto decisivo para o grupo do prefeito, traindo os companheiros.
No início do atual mandato Baiana venceu Murilo Vilharva Robler da Silva (PTB), por cinco a quatro, mantendo o distanciamento dos grupos sem chances de negociação e conchavos. O diferencial daquela para esta eleição está apenas no fato de que fazia parte dos vereadores oposicionistas, na época, um dos titulares eleitos pelo PP, João Giacomini, que depois de votar para a formação da Mesa Diretora do primeiro biênio, e de tomar posse em janeiro de 2009, faleceu um mês depois, por problemas de saúde, sendo substituído por Doralice Viçoso da Silva, a Dora do Posto de Saúde.  

domingo, 9 de dezembro de 2012

Empresário gastou R$ 300 mil por falsa virgindade divulgada na Internet; Presas mulheres “descabaçadas” que faturaram mais de R$ 5 milhões


Classificados do sexo: Para dar o golpe bastava postar vídeos na Internet anunciando leilão de suposta virgindade com lances iniciais de R$ 70 Mil; Veja ainda: Catarinense se vendeu a um japonês que pagou 780 Mil dólares (R$ 1 milhão e meio)
(Vídeos aqui), no final da matéria

Policia prende quadrilha de mulheres que
aplicaram golpe leiloando falsa virgindade
Veja notícia do http://www.g17.com.br - A Polícia Civil de São Paulo desarticulou uma quadrilha de mulheres que andaram aplicando golpes leiloando virgindades. Segundo a polícia, as garotas estavam leiloando as virgindades, pela Internet, mas não eram mais virgens.

A comprovação do golpe veio através de um laudo produzido pela perícia após a denúncia de um empresário, que gastou 300 mil reais no leilão e caiu no golpe.

Na manhã de hoje, seis garotas foram presas e outras nove estão foragias. A polícia calcula que a quadrilha aplicou um golpe de mais de 5 milhões de reais. "Teve garota que chegou a leiloar mais de 50 vezes", disse o delegado.


VEJA  NO YOUTUBE: GAROTA BAIANA DIZ QUE QUEM DER MAIS LEVA SUA VIRGINDADE:




DEPOIS DISSE NA TV QUE DINHEIRO ERA PARA TRATAMENTO DA MÃE, MAS DESISTIU DA IDEIA 




CATARINENSE TEVE OFERTA INICIAL DE 160 MIL DÓLARES E SE VENDEU A UM JAPONÊS POR 780 MIL DÓLARES, EQUIVALENTE A 1 MILHÃO E MEIO DE REAIS


sábado, 8 de dezembro de 2012

Estudante tanabiense acertou as 90 questões de múltipla escolha da Vunesp e passa em 1.º lugar entre 17 candidatos

Ela ficou em 1.º lugar na lista dos 16.678 candidatos que almejam uma das 90 vagas no curso de Medicina, campus de Botucatu. 

Elisa acertou as 90 questões de múltipla escolha da Vunesp 

(Diarioweb.com.br) -Educação› Unesp
Da Redação- Edvaldo Santos)

A estudante de Tanabi Elisa Carmo de Pina, 18 anos, gabaritou a prova da primeira fase da Unesp, elaborada pela Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (Vunesp). Ela acertou as 90 questões de múltipla escolha do vestibular e ficou em primeiro lugar na lista dos 16.678 candidatos que almejam uma das 90 vagas no curso de Medicina, campus de Botucatu.

A lista oficial dos classificados para a segunda fase foi divulgada segunda-feira, mas Elisa já sabia que tinha se dado bem na prova, que foi aplicada dia 18 de novembro, em Rio Preto. “No dia do vestibular, depois das 18h, eu consegui corrigir o meu gabarito. Tinha me preparado bastante para essa prova, mas nem consegui acreditar que tinha acertado todas. Quando o resultado oficial saiu a família inteira entrou em festa.”

Esta é a segunda vez que ela presta a Unesp. Ano passado, Elisa também concorreu em medicina, mas foi vítima da própria cobrança. “Eu queria passar de primeira, não aceitava a ideia de ter que fazer o segundo ano de cursinho. Criei uma cobrança em cima de mim mesma e quase entrei em depressão. Tudo isso não valeu de nada, pois não consegui passar nem para a segunda fase da Unesp.”

Neste ano, a estudante afirma que estava bem mais preparada e tranquila. “Diante do resultado dos outros vestibulares, eu vi que devia estudar dentro dos meus limites. Pegando firme durante a semana e descansando no fim de semana. A tranquilidade foi uma aliada no dia da prova”, afirma Elisa.

A mãe da aluna, a professora Marlene Silva Carmo de Pina, 45 anos, acredita que o desempenho de Elisa é mérito da própria estudante. “A família sempre esteve presente. Mas o acerto de todas as questões demonstra que ela está preparada para assumir essa nova fase da vida, que é cheia de responsabilidades e autocobranças.”

A mãe espera que a conquista de Elisa possa contagiar o outro filho. “Iniciamos bem. Meu outro filho, de 15 anos, logo estará entrando neste ritmo”, afirma a mãe, orgulhosa. Para a segunda fase, a estudante está mantendo o ritmo de estudo e revisando as matérias do primeiro ano.

“Estou fazendo as provas dissertativas dos outros anos e revisando também tudo que aprendi. Medicina não é fácil, assim como os outros cursos da Unesp, mas com a minha tranquilidade eu vou alcançar os objetivos.” As provas da segunda e decisiva fase da Universidade Estadual Paulista acontecem nos dias 16 e 17 deste mês. O resultado será divulgado no dia 28 de janeiro.

Diário da Região -  São José do Rio Preto, 8 de Dezembro, 2012